</script> .:: Amor A Si Mesmo... É assim mesmo??? ::.

.:: Amor a Si Mesmo ::.







































A si mesmo, assim mesmo.
Fugindo a todos os padrões gramaticais e visto só por quem sabe que o amor é imperfeito, amorasimesmo apresenta uma certa ambigüidade: Amor a si mesmo, a interpretação coerente, um amor próprio e intenso. Amor a si próprio, a vida e ao tempo vivido. Amor assim mesmo, a forma singular do amor, retratos de encontros e despedidas, canções que tocam o coração, comportamentos diante das situações da vida. Amor é assim mesmo, imperfeito e permite-me errar gramaticalmente. Amor a si mesmo
No meu mundo criado, escrevo ao vento para que somente pássaros, borboletas e um beija-flor consiga entender minhas escritas, meus delírios...Retrato meus momentos, com um grito de liberdade e respiro fundo como se o oxigênio entrasse profundamente em meus pulmões, abro meus braços e fecho meus olhos, para que a vida se intensifique. Procuro cuidar do meu coração, das pessoas que amo verdadeiramente... Tento levar a vida de forma mais tranqüila, para que eu não sofra um derrame sentimental. Acredito no amor, mas este ainda não chegou em minha vida! Nunca amei ninguém! E isso não me torna a pessoa mais insensível do mundo. Pois o amor esta aqui, guardado e reservado! Por isso digo: “Amo o amor sem nunca Ter amado” 

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TROFÉU DESTAQUES DO DIA




































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Quinta-feira, Dezembro 10, 2009




Porque quando ele me olha no fundo dos olhos, é como se me olhasse por dentro, sabe aquele olhar quee chega a sair faísa?
É deste mesmo que estou dizendo...Mas, é tudo tão proibido, tão restrito...Da medo...sim...muito...
E, acredito que tudo faz a gente mudar a forma de ver e pensar...
que nada é determinado, que nada é enquadrado, e que nenhuma teoria é igual a uma vida...
Preciso muito falar, e aqui foi a única forma que eu encontrei de dizer que...
Meu pulso acelera quando fico perto de você...Que, quando você me diz que tem todo o tempo do mundo pra mim, eu realmente gostaria que
isto fosse verdade, que gosto da entonação da sua voz, gosto do seu sorriso malandro...
Mas, que, detesto a forma como você chuta o bolde, como você age sem pensar, quando você não fala comigo,
quando você me deixa confusa...Quando me deixa no vácuo, quando diz não pra mim e me corta...
E, tenho aprendido com isso, e se você não muda...
Eu mudo...Eu fico na minha, eu aceito somente quando em é dado...
Preciso aprender a lidar com esta situação...Com este fogo, o princípio de prazer que não afaga...

PS:Te quero, te adoro, te desejo...

Publicado por CAROL às 12:24 AM




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Domingo, Dezembro 06, 2009


HOJE:


Há muito que iniciar...reiniciar...Houve conclusão de uma etapa super interessante da minha vida... Não sei se fiquei normal, ou louca de vez...Acredito na vida, no movimento, nas coisas sentidas, naquilo que se pode tocar com a força da alma, na sincronicidade...Eu sou todas as pessoas que por mim passaram e em mim tiveram mesmo que um segundo de contato...Portanto, há uma bagagem que se carrega, sendo psicóloga...Carregamos todos os olhares, todos os segredos, os amores, as dores...acho isto maravilhoso...Um olhar profundo, um toque sem toque...Gosto do meu mundo criado, das minhas fantasias, sei porque uso isso e gosto disso, é algo consciente...Já vi vidas vividas...Já senti...Gosto de viver..Me sinto hoje como esta imagem...como estando neste barquinho...em maio há muito...e ao mesmo tempo em mim...Me reconectei...Vamos deixar viver...deixar sentir...e observar o movimento


Publicado por CAROL às 2:16 PM




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Terça-feira, Outubro 20, 2009

De volta às escritas, pois só aqui podemos revelar o lado oculto de nosso pensamento.
E quem não guarda as coisas pra si?
Quem não tem desejos, promiscuidades e vontades absurdas que se disessem, ha, nossa, nem sei o que seria...se dissessem em dois, em um...gosto daqui pelo erro, por verificar meu ato falho, por poder visualizar minha obra prima, sem corrigi-la, nua e crua, do jeito que quero estar.
mais nua que crua, porém ultimamente mais crua que nua. Como os dias tem passado e minhas angústias aumentado. Eu sei agora que não tenho controle de nada, que só estou perdendo controle de algo, que fica meio subentendido, meio às escuras, é disso e nisso que me perco, naquele olhar que me penetra, e me despi só de relança e que causa raiva, ódio e irritação por provocar isso tudo. Dói, meu corpo inteiro dói, minhas costas ficam tensas, meu estômago doido. E eu que fugi do amor bandido, nele me encontro... àquele amor bandido que torce os nervos do coração, que tira o sono, que causa tesão, loucura e coisas inexplicáveis...quanto mais eu fujo, mais piora. aquilo que me provoca, aquilo que me irrita, aquilo que desperta minha libido, aquilo, aquele, bendito sujeito oblíquo, abstrato. o olhos de azeviche, e um personagem de Chico Buarque. últimamente ando puluída de pessoas superficiais e que ligam somente para o aspecto financeiro da coisa, que saudade de mim, da minha loucura, da minha intensidade, daquilo que eu me jogava sem medo, de como eu era quando era adolescente, de como eu me apaixonava perdidamente e criava muitas fantasias e ilusões em cima, porque será que me prometi a vida toda que não seria seca quando me torasse velha e eu me tornasse uma chata, nerds e menina mimada que tenta tudo explicar e teorizar mas que se esqueceu de viver, de viver sem medos, de ter um encontro de almas, de amar muito, se apaixonar demais, aproveitar cada segundo e saber que nao importa o que acontecesse eu nao ia deixar de amar a mim mesma. Eu me quero de volta! Agora...já!

Publicado por CAROL às 11:39 PM




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Sexta-feira, Junho 26, 2009

E ele disse: "Não tente compreender, você não vai conseguir..."



Houve um tempo em que ela achava que havia uma explicação para tudo, e que para que a sua ansiedade fosse sanada, o mundo inteiro havia de resonder à suas questões existenciais imediatamente...Foi somente com a paciência (muito exercida), foi que ela começou a aprender e ouvir o que o mundo falava a ela. Há uma grande diferença do que ela era para o que ela é hoje, mas ao olhar dentro de suas meninas dos olhos pode ser percebido o quanto ainda há de sensibilidade, pureza, fragilidade e carência. Esta carência de colo, contado, carinho nos cabelos...Mas isto ela ainda mascara utilizando suas personas no decorrer das 24horas do seu dia.
Um dia, ela leu: "Cuidado com seus sonhos eles podem se tornar realidade"
Ler algo, uma frase, palavra, teoria é tão diferente de vivenciar a prática, não é?
É sim. Na prática se sente, se vive, se conhece, se apaixona, se ama...
Os diversos tipos de sentimentos que o outro provoca, as sensações e pensamentos intuitivos só vivendo para saber...
Ela sou eu, e eu sou ela. Eu-me-mi-comigo...me faço companhia durante 23 anos...
E, foi só quando resolvi me encarar de frente e quando aprendi a ter fé em Deus foi que meus sonhos começaram a se tornar realidade.
Talvez hoje não seja um dia em que meu humor esta alegre para compor esta paiságena, mas foi hoje que consegui assimilar e clarear algumas coisas.
Limpei meu quarto, arrumei os livros na estante, caiu minha ficha das coisas maravilhosas que tem me acontecido e também das que não tem.
Sou imperfeita...muito...falha...e humana...
Há alguns anos atrás eu buscava a perfeição, hoje vejo como eu era pretenciosa em buscar isso, mas naquela época eu não enxergava isso, como hoje vejo.
Ano passado foi um ano difícil, solitário e doído. Aconteceram coisas sem explicação, rupturas jamais imaginadas, e eu....não compreendia...só sei que doia...perdi meu braço, minha perna, por assim dizer....
Deus do céu, como foi duro...ainda bem que as feridas se cicatrizam...Hoje, ta tudo assim, tão diferente...pude sentir que tenho um chão, que eu mesma construi pelo esforço do meu sacrifício empenho e paixão.
Acho que não saberia viver sem amor, à vida...As coisas realmente começaram a acontecer pra mim e agradeço á Deus de todo meu coração e peço que me guie e me diga o que devo mudar...
Às vezes ainda, sou inconsequênte, impulsiva, saio de mim e não penso. Mas o que eu quero realmente é evoluir, crescer e me dedicar a minha profissão. Estruturar meu futuro e deixar que a vida aconteça, que a natureza se encarregue do resto, de me trazer as mãos o que é meu...

Me pergunto aqui...para meu coração...
o que voce sente de verdade?

Eu ví nele alguém semelhante a mim, sua inteligência foi afrodisíaca, a forma com que colore o mundo e fantasia as coisas me encantaram, principalmente por sua impulsividade e intensidade...Rs!!Essas coisas são fascinantes. Primeiro, que, ele veio atrás e insistiu, isso me supreendeu, principalmente quando sai de lá e vi ele sentado lá fora. Quando andávamos pelos correDORES e ele me pegava no colo, ou quando subíamos escadas e ele brincava comigo me colocando na sua cacunda, quando ele viajava na maionese dizendo bobeirinhas, quando fazia planos futuros e fantasiava mais uma vez, quando seu toque dava choque com o meu. Ele também olha com aquela cara de cachorro abandonado, na verdade, é mais pra cara de cachorro quando apronta e leva bronca. Não gosto das lacunas que ele deixa em minha vida. Não gosto dos vazios que ele me faz sentir. Não gosto da insegurança que ele me dá. Não gosto de não confiar nele. Não gosto de pensar que tudo que ele me diz é mentira e ensenação. Não gosto disso porque, suas palavras são totalmente contraditórias as suas ações. Não gosto de não te-lo cortado no início, e fico chateada comigo mesma por todas as expectativas que depositei nele, sendo que por um segundo esqueci que ele também é ser humano, imperfeito, que é diferente de mim e que não está aqui para atender às minhas vontades, e que meus sonhos, minhas vontades somente eu mesma e Deus podemos suprir. Não sei o que pensar, e na verdade acho que não penso nada. Acho que podía ter sido uma linda história, mas o caderno caiu no barro e agora as páginas estão muito sujar para escrever. Além, da inconstância que ele provoca em meu tempo...Ele me olha, no fundo dos olhos, me vê, lacrimeja, pede, implora, e também não gosto, desta chantagem emocional. Preciso tomar uma decisão. E, o que no início era medo, agora é confuso.
To com saudades: De ser mimada, paparicada, de poder sorrir de olhos fechados sabendo que o vento é forte e bate no meu rosto, to com saudades de tacar o foda-se, to com saudades de uma época que se foi e de uma pessoa que se foi também, to com saudades de chegar 17:00 e olhar para minha janela sabendo que você vai chegar, saudades de sorrir e olhar e ver e ter certeza que é uma alegria e que tudo fica menos complicado, que tudo fica sussegado, to com saudades de sorrir e me apaixonar. Pois estas foram as coisas boas que você me deixou. E são elas que guardo na lembrança...As experiências negativas me ervem de aprendizado, amadurecimento...Erros cometidos, que não quero repetir. Então por que será que eu não pulo logo? Tudo é caminho, conhecimento de si e experiência. Talvez seja por isso...por não sentir no meu peito o que devo fazer.


Publicado por CAROL às 5:18 PM




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Quarta-feira, Junho 03, 2009

Despedida de um amor
A despedida de um amor bandido dói, mas é o único caminho à felicidade
Por Beth Valentim • 21/05/2009



Sei que vou sofrer por muitos dias. Talvez meses e anos, mas não importa. Saí dessa. De um amor tóxico que me consumia e fazia com que eu tremesse só de pensar que podia escapar de dentro de mim e eu despencar. Talvez pudesse ter tomado essa atitude antes, mas não deu. Era preciso lutar internamente. Transformar meus sentimentos. Desacelerar a ansiedade que saltava do peito para viver algo bombástico que me fazia tão mal.

É ruim ser refém de algo na vida. Seja o que for é negativo demais. E um homem que abusa das fragilidades de uma mulher é de matar. Ele às vezes nem tem intenção de machucar, mas machuca. Tem cara de bonzinho, carinho gostoso. Mas é puro veneno. Não que traga os frascos nos bolsos e use-os com intenção de contaminar. Pior do que isso: faz sem medir conseqüências. Não percebe o mal que faz, porque sua estrutura permite usar alguém para se sentir fortalecido. Em resumo: você é o contrapeso que o faz estar equilibrado, nada mais.

Mas tenho que ser forte. Ter força e munição necessária para conseguir fugir dos pensamentos que ameaçam minha decisão. Da saudade do seu toque. Das palavrinhas mágicas que usa muito bem. Olhar que só agora percebo tão vazio. Talvez um homem-blefe. Possuído pela mentira, mesmo sem saber. Vai aqui um toque de perdão, não se pode julgar e condenar, mas tem pessoas que sabem fazer sofrer. Possuem o dom de transformar as coisas conforme sua vontade. Ficam bem e nós muito mal. Que continuem por aí com sua doença, mas longe de mim.

Essa despedida me faz pensar nos anos que vivi frustrada. Tão escorregadio, sempre com desculpas e o pior é que essa "coisa' preenchia minha vida. Que imenso buraco afetivo estava dentro de mim para que ele se aconchegasse com seu ar blasé e indiferente ao que acontecia.

O que fiz com a minha vida? Escolhas erradas acentuadas por um olhar míope. E é melhor ficar quieta quando não se sabe o que fazer. Ficar distante de tudo que lembre esse blefe. Desligar o celular, porque assim não fico olhando para ver se toca. Nem ver cenas de sexo ou românticas na TV, porque meu corpo vai sentir saudade daquela inverdade que o consumia.

Tenho que me despedir do amor bandido que sempre tinha o gatilho acionado para mim. Ferida, mesmo assim, saio dessa enrascada e quero construir um novo mundo para minha vida. Se ele me quisesse já teria tomado providências. Duro escutar isso. Dói como ponta de faca no peito, mas é a pura verdade. Homem quando se interessa por uma mulher, corre atrás. Faz qualquer coisa para tê-la ao seu lado. Não faz sofrer nem deixa para lá o que sente. Se fosse digno, já teria saído desse jogo de ilusões e deixado a minha vida se refazer.

Se continuar a dar permissão para que esse homem-blefe continue fazendo parte de você, pode estar certa que não desiste nem por um decreto. Se tiverem sexo bom, então, jamais vai se afastar dos encontros tórridos. Mas volta para a sua vidinha medíocre, seja ela qual for.

Despedir-se de um amor não é fácil. É doído. A raiva vem com força de tanta frustração. O medo de ficar sozinha outra vez. Sozinha? E tinha companhia de verdade? Continuar desesperada imaginando que vai acontecer um milagre é imaturidade demais. Sem esperança, não tem como alguém ser feliz.

Talvez pense ser impossível, mas não é. Como um alcoólatra em tratamento, viva um dia de cada vez. A gente aprende a ler e a escrever dessa maneira. Primeiro o A, depois o E , e assim por diante. No alfabeto da vida também assim acontece. Passos de formiguinha, um a um, mas com competência. Se deixar para lá, como vai poder enxergar a realidade que ronda o seu coração? Aprenda a se defender. Comece a se exercitar. E mãos a obra em direção a liberdade.

Sai dessa amiga. Para de chorar. Olhe em volta e veja os milhões de oportunidades em torno de você. Está enganada, não precisa dele para se sentir inteira, você é inteira. Chega de atiçar o fogo, porque quando a fogueira espalha suas labaredas, fica difícil escapar do perigo. Providencia a maneira de sair da tristeza que sente. Não espere uma solução mágica, quem está no comando de sua vida é você. Aliás, só para lembrar - ela pertence a você e não a ele, ou outro alguém.

Beth Valentim é psicanalista e escritora. Possui mestrado em Psicologia Social e é autora dos livros "Essa Tal Felicidade", da editora Elevação e "Mequiel - O Caçador de Sonhos", da editora Dunya.

Publicado por CAROL às 3:05 PM






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